Novas espécies descobertas no Antártico
Um grupo internacional de cientistas descobriu 15 novas espécies num fundo marinho do Antárctico, graças à fusão de enormes camadas de gelo que o cobriram durante milhares de anos.
A expedição permitiu constatar as alterações que o aquecimento climático está a provocar nos ecossistemas marinhos do oceano Antárctico.
Nos poucos mais de dois meses que durou a expedição, iniciada em finais de 2006, foram descobertas 15 novas espécies, na sua maioria crustáceos, como gambas gigantes, medusas ou anémonas do mar, e centenas de organismos microscópicos.
A expedição permitiu constatar as alterações que o aquecimento climático está a provocar nos ecossistemas marinhos do oceano Antárctico.
Nos poucos mais de dois meses que durou a expedição, iniciada em finais de 2006, foram descobertas 15 novas espécies, na sua maioria crustáceos, como gambas gigantes, medusas ou anémonas do mar, e centenas de organismos microscópicos.
Além do colapso de gigantescas placas de gelo com 12 mil anos de existência, o aquecimento do planeta está a provocar alterações nos habitats marinhos, como prova a localização de animais e plantas até agora só encontrados em águas mais quentes.As consequências do aquecimento global são mais evidentes nos animais que vivem na superfície antárctica, como os pinguins, que se estão a deslocar para sul à procura de águas mais frias.
As consequências das alterações climáticas não serão tão dramáticas no Antárctico como no Árctico, onde alguns cientistas afirmam que o gelo poderá desaparecer durante as épocas de Verão a partir de 2080.
No Antárctico as alterações afectarão em maior medida as zonas costeiras do que as situadas mais a sul, provocarão mais desprendimentos de placas de gelo e estas irão para o mar mais rapidamente.
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